Salvador.
Praça da Sé, Pelourinho.
Flagra de Rafael Miranda
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Somos nordestinos-de-merda-do-caralho. E somos do estado mais lindo do mundo. E amamos muito tudo isso. E temos mais orgulho ainda. Falamos baianês e amamos a cultura brau. Bebida é cerveja. Comida é acarajé. Ivete é musa. A loira (a outra, não a cerveja) é imitação. Luiz Caldas é ídolo. Clicletão é massa, mas dá medo. Usamos o "Vale Nigth". Não tem o que explicar. Baiano não nasce, estréia. E nós somos baianos! Bairrismo? Não, que nada.
Ainda em busca da loira do carnaval
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