terça-feira, 23 de fevereiro de 2010
Tec é tudo
Para você amiga baiana que adora tirar fotos esticando o bração e fazendo poses e mais poses! Dicas da samsung para esconder o feio e realçar o bonito!
segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010
Nobre Guzzo
Sim, o Rebolation é a doença desse carnaval. Mas pior do que ficar com dor de cabeça, febre e catarro é ver o pseudo-comentarista do carnaval baiano "Marrom" beijando a musa das caretas, nossa querida apresentadora Kátia Guzzo.
Tchan!

Tique tique nervoso!
O quadro "Desaparecidos" daria um ótimo post.
Tchan!

Eca!
Realmente o jornalismo na Bahia merece destaque. Além de Katia Guzzo que consegue noticiar um gol da vitória e um assalto a mão armada com o mesmo sorriso de felicidade, temos a loirinha "Patrícia Nobre" em plena hora do almoço fazendo piadinhas infames com seu amigo e colega "Sodake", enquanto se chacoalha toda!

Tique tique nervoso!
O quadro "Desaparecidos" daria um ótimo post.
Obs: Eu não entendo é porque Ivete Sangalo teve que pedir desculpas a Cláudia Leitte.
De antigamente
sábado, 20 de fevereiro de 2010
Relaxe na Bica
Que porra é essa mermão!!! Relaxe na Bica ou Esquente a janta no fogarero?
Caraio essa galera do black staile é sem noção, mas eu como bom bráu que sô gostei foi muito!!
E quando pensei que eu ia chegar chegano cum uma idéia boca de zero nove já tinha a porra do Relaxe na Bica duplo...fudeu...
Ô Caféééé! Bote um cum leite aí pá mim!!
sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

Ivetão e Claudinha
Pô véi, como é que a outra lá que não tem nada a ver com a rixa dessa duas me faz uma dessa?!
A irmã de minha bródi Ivetão, a Mônica, larga no twitto dela a pedra:
"A coalhada do almoço não desceu muito bem. Coalhada meio desandada. Gente, rápido, um antiácido. Desafination xón, xón".
Depois de morder ela foi lá e assoprou. Apagou a porra do negóço.
Ceis sabem que essa galera que chora por causo do ídalo é foda.Num deixaro a porra queta e xiaram no twitto tb. Aí lá é vai a Mônica pedir desculpa assim:
"Gente, não levem tão a sério o que eu comentei, quis fazer uma brincadeira, foi apenas isso, me perdoem, não faço mais essa bobagem. Me perdoem, vocês têm toda a razão, fui infeliz na brincadeira, admiro a Cláudia Leitte(...)"
A galera de Claudinha ficou cismada na moral. A zoada foi tanta que Ivetão teve que meter o dedo no teclado e se meter no meio dessa zorra. E largou a preguiça de lado e postô:
"(...)Acho que ela é amada e respeitada pelos seus fãs assim como eu sou pelos meus. Não posso deixar passar em branco a declaração infeliz da minha irmã a respeito dela. Em todos esses anos que nos conhecemos, eu e Claudia fizemos questão de nos respeitar e torcer mutuamente uma pela outra(...)"
A Claudinha deu um aham Cláudia senta lá nas duas e nem se quer se apresentou para o faite.
Blog novo, notícia velha
Entendo que o evento já passou, mas foi marcante para os Jurêmicos. Em novembro já se ouvia os rumores sobre a vinda de Beyoncé para Salvador. Nossos convites foram comprados dia 30 de dezembro, através de um amigo do amigo, saca? Quem precisa de dinheiro quando se tem amigos? Hã?
Durante o Festival de Verão, Ivete Sangalo já fez seu marketing:
Bom mesmo é se nossa fã maior, que comprou o camarote "Vipásso" puder fazer um update deste post e nos narrar todas as emoções!
Momento Dictionary
Aprendendo Baianês
"Lá ele" é a expressão que vai te salvar de tudo. De demônios à comentários com tendências homossexuais (ou multissexuais).
É a isenção máxima regida por lei popular.
Lá ele = Outra pessoa, não eu.
Ex.:
Frase seguida de zoação: Eu aprendi a usar esse Buzz na tora
Frase isenta de zoação: Eu aprendi a usar esse Buzz na tora (lá ele).
Ex.2:
Frase seguida de zoação: Eu não gosto de legume, eu gosto de verdura.
Frase isenta de zoação: Eu não gosto de legume, eu gosto de verdura (lá ele).
"Lá ele" é a expressão que vai te salvar de tudo. De demônios à comentários com tendências homossexuais (ou multissexuais).
É a isenção máxima regida por lei popular.
Lá ele = Outra pessoa, não eu.
Ex.:
Frase seguida de zoação: Eu aprendi a usar esse Buzz na tora
Frase isenta de zoação: Eu aprendi a usar esse Buzz na tora (lá ele).
Ex.2:
Frase seguida de zoação: Eu não gosto de legume, eu gosto de verdura.
Frase isenta de zoação: Eu não gosto de legume, eu gosto de verdura (lá ele).
via @xandolino (lá ele).
Baianidade Nagô: dia 02 de fevereirooooo...
No último dia 02 de fevereiro rolaram os festejos em homenagem a Rainha do Mar, a nossa reverenciada Iemanjá. Seguindo o calendário Jurêmico de festas sagradas, lá fomos nós, membros da Equipe de Assuntos Sagrados e Profanos cumprir a tradição de presentear a Deusa das Águas, no seu bairro de tradição, o Rio Vermelho, antes de saborear a já igualmente tradicional feijoada que rola todos os anos, nesta mesma data, ali nos arredores da festa.
Pela primeira vez, por motivos de "adultez" (pessoas formadas, profissionais com horários de trabalho a cumprir e afins), chegamos ao Rio Vermelho no período da tarde, minutos após a saída do balaio com todas as oferendas para serem depositados em alto mar (diminuindo a chance de devolução da Deusa e, assim sendo, aumentando as chances de desejos atendidos). Para espanto e surpresa da E.A.S.P. (Equipe de Assuntos Sagrados e Profanos), junto com o balaio, tinha partido também para alto mar todo o sagrado da festa, ficando ali, na Praia da Paciência, apenas o profano, com direito às mais toscas expressões da cultura popular baiana: entenda-se o pagode, suas mini-saias, cordões-cheirosos e danças horrendas.
Após um período que pareceu durar hooooooras em meio a uma multidão ensandecida, nós da Equipe, flores já murchas a mão, desistimos de tentar chegar a Praia da Paciência e seguimos para a outra faixa de litoral disponível, a grandiosa foz do Rio Vermelho (o rio mesmo) que de tão podre deveria se chamar rio marrom, verde musgo, cinza ou qualquer cor que lembre materia orgânica em decomposição. Enfrentando os brindes-inclusos-no-pacote salmonela, meningite (todas as letras), hepatite (de novo, todas as letras), larvas migras ou qualquer outra dessas doenças tipicamente tropicais, lá fomos nós, enfiar o pé na areia (podre) daquilo que um dia foi praia e hoje se tornou um aterro sanitário. Para elevar ainda mais o espírito da experiência, descobrimos que o muro de um casarão construído a beira-mar também servia de banheiro da população (nada constrangida em botar os seus "pipis" baianos de fora e devolver às aguas sagradas toda a àgua profana, e dura, que haviam ingerido durante os festejos.
Iemanjá se mostrava impaciente, borrifando suas águas (desta vez contaminadas) na gente, o que nos prejudicou um pouco a concentração para fazer os pedidos. Concentração retomada, pedidos feitos, homenagens prestadas, hora de voltar para comer a feijoada, mas não sem antes enfrentar filas de todas-enfiadas rebolando até o chão com a pernas abertas, orgulhosas em demonstrar toda a sua suingueira e os cordões-cheirosos de renda, comprados na Barroquinha pela pechincha de "um é quatro, dois é seis e três é dez real". Ah! Isso tudo na frente de uma batalhão (???) da PM, que assistia a toda essa "espontaneidade" sem mexer um músculo facial. Acredito que já viram coisas piores por ai...
Ano que vem estaremos lá de novo. Tradição é tradição e na Bahia tem força dobrada. A diferença é que, ano que vem, empregos de 8:00 as 17:00 garantidos, rumaremos às nossas obrigações religiosas antes do trabalho, pela manhã (ou madrugada mesmo).
Para depois do trabalho, deixaremos apenas a tradição da feijoada, sem a participação mainhas e papás rebolantes.
Pela primeira vez, por motivos de "adultez" (pessoas formadas, profissionais com horários de trabalho a cumprir e afins), chegamos ao Rio Vermelho no período da tarde, minutos após a saída do balaio com todas as oferendas para serem depositados em alto mar (diminuindo a chance de devolução da Deusa e, assim sendo, aumentando as chances de desejos atendidos). Para espanto e surpresa da E.A.S.P. (Equipe de Assuntos Sagrados e Profanos), junto com o balaio, tinha partido também para alto mar todo o sagrado da festa, ficando ali, na Praia da Paciência, apenas o profano, com direito às mais toscas expressões da cultura popular baiana: entenda-se o pagode, suas mini-saias, cordões-cheirosos e danças horrendas.
Após um período que pareceu durar hooooooras em meio a uma multidão ensandecida, nós da Equipe, flores já murchas a mão, desistimos de tentar chegar a Praia da Paciência e seguimos para a outra faixa de litoral disponível, a grandiosa foz do Rio Vermelho (o rio mesmo) que de tão podre deveria se chamar rio marrom, verde musgo, cinza ou qualquer cor que lembre materia orgânica em decomposição. Enfrentando os brindes-inclusos-no-pacote salmonela, meningite (todas as letras), hepatite (de novo, todas as letras), larvas migras ou qualquer outra dessas doenças tipicamente tropicais, lá fomos nós, enfiar o pé na areia (podre) daquilo que um dia foi praia e hoje se tornou um aterro sanitário. Para elevar ainda mais o espírito da experiência, descobrimos que o muro de um casarão construído a beira-mar também servia de banheiro da população (nada constrangida em botar os seus "pipis" baianos de fora e devolver às aguas sagradas toda a àgua profana, e dura, que haviam ingerido durante os festejos.
Iemanjá se mostrava impaciente, borrifando suas águas (desta vez contaminadas) na gente, o que nos prejudicou um pouco a concentração para fazer os pedidos. Concentração retomada, pedidos feitos, homenagens prestadas, hora de voltar para comer a feijoada, mas não sem antes enfrentar filas de todas-enfiadas rebolando até o chão com a pernas abertas, orgulhosas em demonstrar toda a sua suingueira e os cordões-cheirosos de renda, comprados na Barroquinha pela pechincha de "um é quatro, dois é seis e três é dez real". Ah! Isso tudo na frente de uma batalhão (???) da PM, que assistia a toda essa "espontaneidade" sem mexer um músculo facial. Acredito que já viram coisas piores por ai...
Ano que vem estaremos lá de novo. Tradição é tradição e na Bahia tem força dobrada. A diferença é que, ano que vem, empregos de 8:00 as 17:00 garantidos, rumaremos às nossas obrigações religiosas antes do trabalho, pela manhã (ou madrugada mesmo).
Para depois do trabalho, deixaremos apenas a tradição da feijoada, sem a participação mainhas e papás rebolantes.
Marcadores:
baianidade nagô,
cordão cheiroso,
festas sagradas,
toda enfiada
Apresentação
Olá!Olá!
Esse blog foi criado para contar a saga de um grupo de Nordestinos em suas andanças pelo mundo.
A idéia do blog surgiu após uma viagem à capital paulista, no melhor estilo pau-de-arara, em que fomos carinhosamente chamados de "Nordestinos-de-merda-do-caralho" por um "local" com sotaque argentino, que indignou-se pela simpatia demais e o dinheiro de menos dispensados por nós, representantes da "terrinha".
Aqui cabe tudo. De viagens internacionais (alô Canadá!) a roteiros tipicamentes baianos, no melhor estilo Baianidade Nagô. E para começar, aproveitando a vibe pós carnaval e o cheiro de urina que ainda teima em impregnar as ruas soteropolitanas (a despeito da lavagem da Limpurb), vamos fazer alguns relatos sob as maravilhas (ou não) de algumas festas de verão típicas da capital baiana. Aproveitem, pois eles vem com o kit completo: das anáguas das baianas aos cordões-cheirosos das todas enfiadas.
Esse blog foi criado para contar a saga de um grupo de Nordestinos em suas andanças pelo mundo.
A idéia do blog surgiu após uma viagem à capital paulista, no melhor estilo pau-de-arara, em que fomos carinhosamente chamados de "Nordestinos-de-merda-do-caralho" por um "local" com sotaque argentino, que indignou-se pela simpatia demais e o dinheiro de menos dispensados por nós, representantes da "terrinha".
Aqui cabe tudo. De viagens internacionais (alô Canadá!) a roteiros tipicamentes baianos, no melhor estilo Baianidade Nagô. E para começar, aproveitando a vibe pós carnaval e o cheiro de urina que ainda teima em impregnar as ruas soteropolitanas (a despeito da lavagem da Limpurb), vamos fazer alguns relatos sob as maravilhas (ou não) de algumas festas de verão típicas da capital baiana. Aproveitem, pois eles vem com o kit completo: das anáguas das baianas aos cordões-cheirosos das todas enfiadas.
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